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Homem de Ferro (Iron Man, 2008)

Um filme que começa ao som de AC/DC e termina ao som de Black Sabbath não pode ser ruim. Essa frase resume o que é Homem de Ferro. Eu nem precisaria dizer mais nada, mas vou escrever um pouquinho para não me chamarem de preguiçoso.

Homem de Ferro é a síntese do que deve ser um filme de super-heróis. Tá certo que a história, bem mais plausível que a grande maioria, ajuda. Mas, após tantos vacilos de Hollywood, ficou claro que uma boa história não basta. É preciso utilizá-la bem.

A verdade é que tudo funciona bem no filme. A começar por Robert Downey Jr., que parece ter nascido para interpretar Tony Stark. À vontade na pele do bilionário beberrão e mulherengo, ele ainda mostra um senso de humor fundamental aos personagens do gênero, como Wolverine deixou claro em X-Men. É quase impossível imaginar o papel com Tom Cruise, primeiro candidato a vestir o uniforme vermelho e dourado.

Os efeitos especiais merecem um capítulo à parte. Seguindo a tônica de Transformers, Homem de Ferro não permite que o espectador diferencie o que é "real" do que é computação gráfica.

Nos dois casos, ponto para o diretor Jon Favreau, que, além de tudo, consegue a proeza de modificar a história original sem desagradar os fãs (nerds) mais exigentes. Por tudo isso, leva nota 9.


Um aviso aos fãs que ainda não sabem: não deixe a sala antes do final dos créditos

Direção: Jon Favreau; Com: Robert Downey Jr., Terrence Howard, Jeff Bridges, Gwyneth Paltrow, Jon Favreau e Samuel L. Jackson

Leia mais: http://www.adorocinema.com/filmes/homem-de-ferro/homem-de-ferro.asp

Quebrando a Banca (21, 2008)

Quebrando a Banca não é um mau filme. Na verdade, é divertido e intrigante, uma mistura saborosa de matemática, jogatina e adolescência. Mas dizer que o filme é "baseado em fatos reais" é dureza. A história é absurda demais para ser real.

O verdadeiro culpado pela bagunça é Jeff Ma, que inspirou o livro "Bringing Down The House", escrito por Ben Mezrich. Ma realmente fez parte de uma equipe de estudantes que resolveu usar a matemática para ganhar dinheiro no blackjack e, conseqüentemente, desmoralizar os cassinos de Las Vegas. Mas a realidade termina aí. Tudo que vai além disso, no livro e no filme, são elementos fictícios criados para tornar a história mais saborosa. Se achar válido, vale ler a entrevista com Jeff Ma na revista Wired.

Por um lado, o filme é divertido, e isso geralmente basta. Mas, por outro lado, é grande a chance de o espectador sair do cinema decepcionado, cheio de perguntas sobre o que realmente fizeram Jeff Ma e sua trupe. Por isso, o filme leva um amargo 5,5.


Ben Mezrich, o autor do livro, ganha um abraço de Jeff Ma, o tal jogador de blackjack

Direção: Robert Luketic; Com: Jim Sturgees, Kevin Spacey, Kate Bosworth, Aaron Yoo, Liza Lapira, Jacob Pitts e Laurence Fishburne

Leia mais: http://www.adorocinema.com/filmes/quebrando-a-banca/quebrando-a-banca.asp

Apertem os Cintos... o Piloto Sumiu (Airplane!, 1980)

Não, eu não gosto de comédias escrachadas. Mas este filme é diferente. Além de ser um dos primeiros do gênero (teve algum anterior?!), é o melhor e mais divertido. Principalmente porque se preocupa em criar uma história bacana para dar suporte às piadinhas. Coisa que, posteriormente, apenas Corra que a Polícia Vem Aí fez. O resto é só abobrinha, piada besta sem um roteiro por trás.

Campeão de reprises na Sessão da Tarde, Apertem os Cintos... o Piloto Sumiu agora está no cardápio do SBT. Que o exibiu no mesmo horário em que a rival costumava fazê-lo. Ótimo programa pra quem tinha acabado de chegar de uma longa viagem. E tinha passado as últimas 10 horas dentro de... um avião. Leva nota 7,5

Direção: David Zucker, Jerry Zucker e Jim Abrahams; Com: Robert Hays, Julie Hagerty, Lloyd Bridges, Leslie Nielsen, Robert Stack e Kareem Abdul-Jabar

Leia mais: http://www.adorocinema.com/filmes/apertem-os-cintos/apertem-os-cintos.asp

A cena abaixo é minha preferida, mas nem todo mundo saca o que acontece. Tem que gostar de basquete. O grandalhão bancando o co-piloto é Kareem Abdul-Jabar, ex-pivô dos Lakers que sofria com as críticas por "não se esforçar muito na defesa". O guri, então, entra na cabine e reconhece o astro, que ganhou 35 mil dólares pelo papel. No começo ele não admite quem é. Mas só até o moleque contar que o pai adora criticar o astro. Aí, ele se revela e manda um "recadinho" pro papai-torcedor. Abaixo segue o diálogo, devidamente traduzido.



Joey: Eu acho que você é o melhor, mas meu pai diz que você não se esforça o bastante na defesa. Ele diz isso o tempo todo, que você não corre em quadra. E que  nem tenta... a não ser nos playoffs

Roger Murdock (Jabar): O diabo que não! Eu tenho ouvido essa droga desde que estava na faculdade, em UCLA. Eu estou lá ralando toda noite. Vai lá e diz pro seu 'velho' tentar acompanhar Walton e Lanier pra cima e pra baixo na quadra por 48 minutos.

Saio de férias nesta sexta, após seis longos anos.

O blog fica parado até a metade de maio.

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Filhos da Esperança (Children of Men, 2006)

Já tinha lido e ouvido vários elogios a esse filme, mas nenhum tinha me convencido a vê-lo. Até tentei, mas o DVD não colaborou. Sempre pensei que, se é pra falar de futuro apocalíptico, melhor que seja num filme de ação, não num drama. Assim como fez Mad Max.

O tempo passou, e decidi arriscar. Filhos da Esperança me surpreendeu. Não sei se é tão bom como diziam, mas certamente não é tão chato como eu imaginava. Tem emoção, ação e imaginação na medida certa. E é uma imagem incrivelmente fiel ao mundo em que vivemos. Será que o futuro apocalíptico já chegou?! Leva nota 6,5


Clive Owen: é Filhos da Esperança mesmo, não é O Pianista

Direção: Alfonso Cuarón; Com: Clive Owen, Julianne Moore, Michael Caine, Chiwetel Ejiofor, Charlie Hunnam e Claire-Hope Ashitey

Leia mais: http://www.omelete.com.br/cine/100003482.aspx

Raízes do Mal (Ondskan, 2003)

Sabe aqueles filmes colegiais de Hollywood que mostram os valentões da escola torturando os nerds e levando uma sova no final? Este aqui é um deles, mas não é hollywoodiano. O filme é sueco e concorreu ao Oscar de melhor filme estrangeiro.

Embora a produção seja européia, as situações não são muito diferentes das que vemos nos Estados Unidos. O que muda, tornando o filme sensivelmente melhor, é o tom da história: drama ao invés de comédia. Além disso, alguns personagens são mais humanos que os tipos robotizados das comédias norte-americanos. Nisso, lembra muito Sociedade dos Poetas Mortos. Leva nota 6,5

Direção: Mikael Håfström; Com: Andreas Wilson, Henrik Lundström, Gustaf Skarsgård, Linda Zilliacus e Jesper Salén

Leia mais: http://www.cineplayers.com/filme.php?id=1666

Jumper (Jumper, 2008)

Jumper não é um mau filme. Também não é bom. A idéia é excelente, e a primeira meia hora é empolgante. Os saltos do personagem de um canto para outro criam uma sensação de liberdade que prende a atenção de qualquer um. Até que surge (acreditem!) Samuel L. Jackson. Não sei se sou o único, mas não suporto vilões sádicos e sem qualquer motivação. Como eu disse outro dia, vilão bom tem que despertar o medo, não a raiva.

Numa entrevista publicada pela revista SET, edição de março, o diretor Doug Liman contou o que o atraiu na história de Jumper. Segundo ele, o personagem de Hayden Christensen não pode ser definido como o mocinho da história, pois tem um caráter pra lá de duvidoso. "Fantástico", pensei. Pois o pecado do diretor é agir exatamente ao contrário. O filme tem um mocinho muito bonzinho e um vilão muito malvadão. Isso sem falar na incrível pressa que o cara teve pra contar a história. Faltou pelo menos meia hora de blábláblá pra explicar quem é quem e por quê. Ah, uma última pergunta: por que trailers tão bons nem sempre rendem filmes tão bons? Leva nota 5,5



Direção: Doug Liman; Com: Hayden Christensen, Samuel L. Jackson, Jamie Bell, Michael Rooker, AnnaSophia Robb, Nathalie Cox, Rachel Bilson e Meredith Henderson

Leia mais: http://www.cinemaemcena.com.br/Ficha_filme.aspx?id_filme=4923

Batman

Desde a morte de Heath Ledger, a campanha de marketing do filme Batman – O Cavaleiro das Trevas mudou o foco. Ao invés de focar o Coringa, foca o Promotor Hardey Dent, que mais tarde se transforma no vilão Duas Caras. Mais precisamente, se foca numa campanha sensacional para livrar Gotham City dos criminosos.

Destaco aqui um dos muitos sites criados para divulgar a tal camapnha. Pode colocar seus dados sem medo. E coloque o número de um telefone que esteja perto de você. Sem esquecer o código da cidade antes do número. Acesse o site AQUI.

Como muita gente não entende inglês e outros tantos acham que não vale a pena a tentativa, não vou fazer mistério. Se você preencher tudo certinho, receberá uma ligação do Comissário Gordon, personagem do ótimo Gary Oldman.


Gary Oldman, o Comissário Gordon, grava cena do novo filme do Batman

Os melhores filmes de terror

A Entertainment Weekly divulgou, nesta segunda-feira, sua lista dos 20 melhores filmes de terror de todos os tempos. Uma lista bem oportuna, levando em conta a falência do gênero, conforme comentei outro dia. E uma lista emblemática, tanto que mostra somente dois filmes produzidos neste século. E um deles é uma tremenda bobagem.

A lista dos 20 melhores segundo a EW:

O Iluminado (The Shining, 1980)
O Exorcista (The Exorcist, 1973)
O Massacre da Serra-Elétrica (The Texas Chainsaw Massacre, 1974)
Tubarão (Jaws, 1975)
O Chamado (The Ring, 2002)
Halloween (Halloween, 1978)
Psicose (Psycho, 1960)
Seven - Os Sete Crimes Capitais (Seven, 1995)
O Bebê de Rosemary (Rosemary's Baby, 1968)
Poltergeist - O Fenômeno (Poltergeist, 1982)
Extermínio (28 Days Later, 2003)
A Hora do Pesadelo (A Nightmare On Elm Street, 1984)
A Coisa (The Thing, 1982)
A Morte do Demônio (The Evil Dead, 1982)
Carrie, a Estranha (Carrie, 1976)
A Noite dos Mortos-Vivos (Night Of The Living Dead, 1968)
A Profecia (The Omen, 1976)
Um Lobisomen Americano em Londres (AN American Werewolf In London, 1981)
Retrato de Um Assassino (Henry: Portrait Of A Serial Killer, 1990)

Dos 20 filmes, é fato que eu não incluiria alguns. Sobretudo os "moderninhos" O Chamado e Extermínio. O Chamado é mesmo uma tremenda bobagem. Típico filme do século XXI, é cópia de uma obra japonesa (igualmente fraca), fala de espíritos malignos e tem uma criancinha como grande arma do diretor Gore Verbinski para assustar a galera. Já Extermínio é ótimo, tem uma história diferente, apesar do tema batido (zumbis). Mas não chega aos pés dos clássicos do gênero. E a idéia de lançar o DVD com dois finais diferentes arruína a produção.

Além desses, também deixaria de fora Retrato de Um Assassino, único da lista que eu ainda não vi, A Coisa, que não acho nenhuma maravilha, e A Morte do Demônio, que acho muito besta.

Pelo que entendi, os 20 foram publicados em ordem de "grandeza". O que aumenta o absurdo, já que O Chamado é o sexto da lista!!! Espero que eu esteja enganado quanto à ordem.

Como não sou pretensioso, faço a lista dos meus preferidos. E incluo dois títulos que poderiam figurar em qualquer lista, mas não são devidamente reconhecidos: Rejeitados pelo Diabo, de Rob Zombie, e O Gabinete do Dr. Caligari, obra de arte do Expressionismo Alemão. Ainda citaria dois detalhes: tanto Halloween quanto O Massacre da Serra-Elétrica tiveram excelentes refilmagens recentemente. Na minha modesta opinião, o novo Massacre é melhor que o original, o que não acontece com o mais novo filme de Michael Myers. Que, aliás, foi dirigido pelo mesmo Rob Zombie. Prova de que o cinema de terror está morrendo, já que precisa constantemente recorrer ao passado. Só Rob Zombie salva!!

A minha lista dos 5 melhores (na ordem):

Psicose (Psycho, 1960)


Vai dizer que você teria coragem de passar uma noite naquela casa...

Halloween (Halloween, 1978)

Simples + eficiente = genial

O Iluminado (The Shining, 1980)

Aprendam a usar criancinhas em filmes de terror

Tubarão (Jaws, 1975)

Steven Spielberg: precisa dizer mais alguma coisa?

O Silêncio dos Inocentes (The Silence Of The Lambs, 1991)

No cinema, o bom vilão tem que despertar o medo, não a raiva

Rejeitados Pelo Diabo (The Devil's Rejects, 2005)

Quem nunca teve medo de palhaço?

O Gabinete do Dr. Caligari (Kabinett des Dr. Caligari, 1919)

Dá pra perceber que nem todos os diretores viram o "filminho" acima

Ligeiramente grávidos (Knocked Up, 2007)

Demorou, mas enfim chegou o post sobre o segundo filme visto naquele final de semana que eu nem lembro mais qual foi. É a tal comédia que me fez rever alguns conceitos sobre o gênero, devidamente renascido após uma fase terrível. Fase cujo maior símbolo são os irmãos Farrelly.

Quem lembra de Seth Rogen? Ele foi um dos divertidos coadjuvantes de O Virgem de 40 Anos e Superbad, este último também escrito por ele. A turma dele, que inclui o gordinho desbocado Jonah Hill (outro de Superbad), é herdeira de Vince Vaughn, Owen Wilson, Ben Stiller e cia.. São duas galeras que sabem fazer comédia sem apelar demais. Até apelam, mas só um pouquinho. O importante é que sabem fazer rir e remetem ao saudoso tempo de Porky's e Curtindo a Vida Adoidado.

Ligeriamente Grávidos é um filme divertidíssimo, mas não é exatamente uma comédia. É uma comédia-romântica. Mas daquelas inteligentes, é bom que se diga. Sensível, engraçada, nada apelativa e evita o senso-comum que infesta o gênero. Programaço pra casais, adolescentes trintões ou descansados desiludidos. Leva nota 7,5


Jonah Hill e Seth Rogen: vai dizer que não dá vontade de rir?!

Direção: Judd Apatow; Com: Seth Rogen, Katherine Heigl, Paul Rudd, Leslie Mann, Jason Segel, Jay Baruchel e Jonah Hill

Leia mais: http://www.adorocinema.com/filmes/ligeiramente-gravidos/ligeiramente-gravidos.asp

1408 (1408, 2007)

Certos diretores deveriam ser processados por propaganda enganosa. Nada é mais decepcionante do que constatar que aquele baita trailer (dá uma conferida lá embaixo) que você viu há algum tempo escondia um filme fraquíssimo. É o caso de 1408, uma bobagem sem graça que não cumpre o que promete: assustar. É mais uma triste prova de que os filmes de terror estão morrendo.

Fico aqui imaginando a reação de Stephen King ao ver o filme. Sim, ele é o autor do livro em que se baseia o filme. E, confesso, fiquei curioso pra ler a obra. Será que ela é tão ruim quanto o filme? Ou será que, mais uma vez, erraram a mão ao adaptar uma boa história do escritor esquisitão? Não sei o livro, mas o filme é ruim demais. Leva nota 5



Direção: Mikael Hafström; Com: John Cusack, Mary McCormack, Jasmine Jessica Anthony, Tony Shalhoub e Samuel L. Jackson

Leia mais: http://www.adorocinema.com/filmes/1408/1408.asp

Que fase...

Assisti a dois filmes no final de semana e cheguei a uma triste constatação sobre dois gêneros, comédia e terror. Sempre adorei filmes de terror, mas, infelizmente, eles estão morrendo. Atualmente, as melhores produções do gênero são remakes de filmes velhos, como o excelente Massacre da Serra Elétrica, do já longínquo ano de 2003. No mais, só filmes japoneses sem graça nenhuma. E outras besteiras nada asssutadoras como 1408, que vi neste final de semana.

Enquanto o terror está morrendo, a comédia está se fortalecendo. Graças a uma geração talentosa que consegue transformar até as tenebrosas comédias escrachadas em bons filmes. American Pie já havia mostrado isso, mas só ficou mesmo evidente após filmes como Ligeiramente Grávidos, que também vi no final de semana, e Superbad. Em breve, comentários sobre os dois filmes do final de semana.

Com o Pé na Estrada (Going The Distance, 2004)

Mais um genérico de uma linhagem de filmes idiotas e deliciosos: os "road movies" adolescentes. Na minha atual fase, com um mochilão marcado pro mês que vem, tanto melhor. Não é o melhor representante do gênero, mas me diverti à beça. Mais pelas comparações com a minha viagem do que pelo filme em si. Seria um pouco melhor se um dos sujeitinhos não imitasse descaramente o Stiffler de American PieLeva nota 6


O elenco do filme à paisana: elas ficam mais bonitas fora da tela

Direção: Mark Griffiths; Com: Christopher Jacot, Joanne Kelly, Shawn Roberts, Mayko Nguyen, Ryan Belleville e Jason Priestley

Leia mais: http://www.interfilmes.com/filme_15169_Com.o.Pe.na.Estrada-(Going.The.Distance).html

10.000 A.C. (10.000 b.C., 2008)

Já vi enredo, diretor e elenco de qualidade serem mal aproveitados num filminho ruim de doer. Agora, efeitos especiais mal aproveitados é a primeira vez que eu vejo. E nem são efeitos tão bons assim. De toda forma, os mamutes e o tigre-dente-de-sabre (que quase não aparece) mereciam um filminho mais bacana.

Toda admiração que eu tinha por Roland Emmerich foi pro bueiro com 10.000 A.C.. Fui ao cinema todo animado, esperando mais um filme sem cérebro e extremamente divertido, cheio de efeitos legais, cenas de ação de tirar o fôlego e por aí vai. Nada disso. A história é terrível, daquelas que não convencem nem criança. E o final é de uma preguiça incrível. Solução fácil, sabe? O roteirista não quer pensar muito nem desagradar o público, então apela pra decisão mais óbvia e improvável. Leva nota 4,5


O tigre-dente-de-sabre e o tal do herói: parece bom, né? Mas não é!

Direção: Roland Emmerich; Com: Steven Strait, Camilla Belle e Cliff Curtis

Leia mais: http://epipoca.uol.com.br/filmes_detalhes.php?idf=12905

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